Reiki

Preciso acreditar em Reiki para ele fazer sentido.

Não é uma questão de acreditar cegamente, e sim de estar aberta a viver a experiência com honestidade e sem expectativa forçada.

Conteúdo elaborado e revisado por Paula Carvalho, terapeuta integrativa.

Crença não precisa ser requisito

Segundo Paula Carvalho, o cuidado não depende de adesão mística nem de convicção pronta. O que importa é a pessoa conseguir se permitir viver a experiência e depois observar se aquilo conversa, ou não, com o seu momento.

Isso tira o peso de quem se interessa pela abordagem, mas não quer entrar num sistema de crença.

Abertura é diferente de submissão

Estar aberta não significa desligar o senso crítico. Significa apenas não entrar na experiência armada para provar alguma coisa a si mesma o tempo inteiro.

No trabalho conduzido por Paula Carvalho, essa postura mais simples e honesta costuma ser mais útil do que tanto o ceticismo performático quanto a credulidade automática.

O que pode ser observado depois

Em vez de perguntar “eu acredito o suficiente?”, a pessoa pode observar: isso me trouxe mais presença, mais calma, mais espaço interno? Essa costuma ser uma pergunta mais concreta e mais madura.

Essa troca de foco ajuda a experiência a sair do plano da crença e ir para o plano da leitura honesta do que foi vivido.

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Outras páginas que fortalecem essa leitura.

Próximo passo

Se essa resposta já trouxe mais clareza, o próximo passo pode ser simples.

No trabalho conduzido por Paula Carvalho, Reiki é apresentado com cuidado, clareza e respeito ao momento real da pessoa.